Nota Oficial do PRB Nacional

Nota Oficial do PRB Nacional

Brasília (DF) – O Partido Republicano Brasileiro (PRB) divulgou, nesta quarta-feira (30), Nota Oficial sobre a desfiliação da ex-prefeita de Bom Jardim (MA).
Leia abaixo a Nota Oficial na íntegra
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Nota Oficial
Brasília, 30 de setembro de 2015
Partido Republicano Brasileiro (PRB) vem prestar os devidos esclarecimentos sobre a desfiliação da ex-prefeita de Bom Jardim (MA), Lidiane Leite, acusada de desvios de recursos da Educação em operação deflagrada pela Polícia Federal.
Assim que o PRB tomou conhecimento das denúncias, por entender que haviam indícios contundentes do envolvimento da então prefeita, decidiu pela sua desfiliação do partido no dia 11 de julho de 2015, por motivo de expulsão. Desde então, Lidiane Leite não é mais filiada ao PRB, conforme consta no sistema FiliaWeb do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Partido Republicano Brasileiro repudia com veemência toda e qualquer forma de malversação do dinheiro público e não compactua com quaisquer atos que firam os princípios que norteiam a administração pública. A orientação da Executiva Nacional aos presidentes estaduais é a de agir com energia em casos como este.
Não podemos admitir entre nós pessoas que não têm os ideais republicanos. Exigimos o compromisso com a boa política, a eficiência na gestão, o respeito à coisa pública e a responsabilidade social nas ações do mandato. Diante das graves acusações, o PRB não poderia ter tomado outra atitude que não fosse a de optar pelo desligamento da ex-prefeita.
Os responsáveis pelos crimes de improbidade, descobertos pela ‘Operação Éder’, da Polícia Federal, devem ser punidos com todo rigor da lei, e repudiados, não somente por nós do PRB, mas por toda a sociedade brasileira. A corrupção é um mal que temos o dever de extirpar, sem piedade, da administração pública.

Partido Republicano Brasileiro – PRB

Marcos Pereira
Presidente Nacional do PRB


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    Bloco liderado pelo PRB promove encontro com representantes da indústria

    Bloco liderado pelo PRB promove encontro com representantes da indústria

    Brasília (DF) – O deputado Celso Russomanno (SP), líder do bloco PRB, PTN, PMN, PRP, PSDC, PRTB, PTC, PSL e PTdoB, condenou o aumento da carga tributária e anunciou sua posição contrária à criação de novos impostos que sobrecarreguem a população brasileira. “É a indústria quem gera emprego e riquezas. Aumentar impostos ou criar mecanismos que tragam insegurança jurídica para o país representa prejuízo para a população”, afirmou.
    A declaração foi feita em café da manhã que reuniu a bancada do PRB, o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira; o presidente do Conselho de Relações do Trabalho – CRT da CNI, Alexandre Herculano Furlan; o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Humberto Barbato Neto; e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).
    Russomanno lembrou que recentemente foi fechada a única indústria de lâmpadas do Brasil instalada no Rio de Janeiro. “Daqui para frente qualquer lâmpada que se compre será importada. Criamos tantos mecanismos para proteção ambiental, que são importantes, mas que geraram insegurança jurídica e os empresários simplesmente demitiram os funcionários e fecharam as portas. Restou para o Brasil o passivo ambiental com toda a contaminação. Temos que evitar novas situações como essa”, exemplificou.
    O vice-presidente da CNI, Paulo Afonso Ferreira, concordou com o líder e reiterou a necessidade de renovação do parque industrial. “Precisamos renovar nossas máquinas, só que sem financiamento a custo baixo, sem incentivo para investir, a pequena padaria do subúrbio do Rio de Janeiro não vai conseguir. As regras atuais não diferenciaram o fabricante do usuário, nem a máquina usada da máquina nova, e nem o micro do grande empresário. Uma empresa grande que vai ao mercado internacional pegar dinheiro e renovar seu maquinário pode precisar de 7, 8, 9 milhões de reais para isso, um pequeno não consegue”, criticou.
    Paulo Afonso observou que os poderes constituídos no Brasil, o Judiciário, o Legislativo e o Executivo, cumprem uma missão institucional, mas não geram riqueza. “Se nós acabamos com a base da geração de riqueza que é o trabalho, o trabalhador, o empresário nós estamos acabando em síntese com a possibilidade de ter um país melhor. Nós precisamos ter prazos melhores e ter condições de financiar a custo baixo as pequenas empresas”, acrescentou.
    marcelo-crivella-prb-reuniao-bloco-aumento-impostos-foto-douglas-gomes-01-10-15O senador Marcelo Crivella destacou que as condições de trabalho não podem ser esquecidas. “O brasileiro se aposenta aos 65 anos de idade. Eu sou por formação engenheiro civil e sempre me penalizou muito o carregamento de caminhão de cimento. A nossa legislação trabalhista é da década de 40 e prevê que o cidadão carregue individualmente 60 quilos. Esse é o pior problema que acomete cidadãos com dor nas costas, hérnias e cirurgias. Sou autor de um projeto de lei que diminui para 30 quilos o peso máximo permitido, que é o padrão internacional. Peço o apoio de vocês para votarmos essa matéria de tamanha importância para o trabalhador brasileiro”, disse.
    Participaram do encontro os deputados Alan Rick (PRB-AC), Antonio Bulhões (PRB-SP), Carlos Gomes (PRB-RS), Cleber Verde (PRB-MA), Cristiane Yared (PTN-PR), Delegado Edson Moreira (PTN-MG), Fausto Pinato (PRB-SP), Hiran Gonçalves (PMN-RR), Jhonatan de Jesus (PRB-RR), Jony Marcos (PRB-SE), Luiz Carlos Ramos (PSDC-RJ), Márcio Marinho (PRB-BA), Pastor Franklin (PTdoB-MG), Ronaldo Martins (PRB-CE), Roberto Alves (PRB-SP), Roberto Sales(PRB-RJ), Rosangela Gomes (PRB-RJ), Tia Eron (PRB-BA) e Vinicius Carvalho (PRB-SP).

    Texto: Mônica Donato / Ascom – Liderança do PRB
    Foto: Douglas Gomes
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    Por Iniciativa de Rosangela Gomes, Câmara dos Deputados debate escravidão negra no Brasil

    Por Iniciativa de Rosangela Gomes, Câmara dos Deputados debate escravidão negra no Brasil

    Brasília (DF) - Por solicitação da deputada federal Rosangela Gomes (PRB-RJ), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara promoveu, nesta quarta-feira (30), uma audiência pública para debater os princípios e objetivos da Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil da OAB Nacional.
    A republicana enfatizou que o enfrentamento ao racismo, ao preconceito e a discriminação exige mudanças nas instituições nacionais e internacionais. “São grandes os desafios, porém, algumas iniciativas têm sido adotadas para alterar esta realidade. Neste contexto, destaca-se a criação da Comissão da Escravidão Negra no Brasil pela OAB Nacional”, disse.
    rosangela-gomes-prb-debate-sobre-escravidao-negra-no-brasil-foto-gilmar-felix-agencia-camara-01-10-15-02A deputada do PRB lembrou que, no cenário internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou na Assembleia Geral a Década Internacional dos Afrodescendentes, com início em 1º de janeiro de 2015 e fim em 31 de dezembro de 2024, e com o tema: “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.
    Rosangela Gomes destacou, ainda, a omissão do governo brasileiro para o grave problema do extermínio de dos jovens negros.
    Segundo o Mapa da Violência/2015, para cada grupo de 100 mil habitantes, a taxa de vítimas da cor branca ficou em 11,8 óbitos, enquanto a de negros registrou 28,5 mortes para cada 100 mil habitantes, “uma diferença de 142%”.
    “O negro, em regra  desconhece a sua história. Isso gera  uma invisibilidade e uma baixa autoestima. Hoje, mais da metade da população do Brasil é negra”, destacou Ivone Ferreira Caetano, primeira mulher negra a ser desembargadora no país e que faz  parte da Comissão  da Verdade sobre a Escravidão.
    De acordo com o presidente da Comissão Nacional da Verdade, Humberto Adami Santos Junior, será apresentado em novembro o primeiro relatório dos trabalhos do colegiado. O documento vai trazer o contexto histórico desde o século XVII, quando foi implantada a escravidão negra, que se intensificou entre os anos de 1700 e 1822 com o crescimento do tráfico negreiro onde. Nesse período, o comércio de escravos entre a África e o Brasil havia se tornado muito lucrativo.
    Colegiado
    A Comissão da Verdade está presente em 12 estados e tem como objetivo resgatar a história da Escravidão Negra no Brasil, além de apostar os responsáveis pelo sofrimento da população negra e elaborar ações afirmativas para a reparação de danos.
    Fonte: Agência Câmara de Notícias, com informações da Ascom – deputada federal Rosangela GomesFotos: Gilmar Felix – Agência Câmara
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